segunda-feira, 27 de agosto de 2012

CONSTRUÇÃO CIVIL É SETOR QUE MAIS CONTRATA NO RIO NO PRIMEIRO SEMESTRE

O Rio o principal gerador de empregos é o setor de serviços (38.093 postos de trabalho)

A construção civil foi o segmento que mais gerou vagas no Estado do Rio de Janeiro no primeiro semestre. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), foram criadas 25.833 vagas formais em atividades ligadas, entre outras, à implantação do Complexo do Açu, do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), obras do metrô.
Nos primeiros seis meses deste ano, o Estado registrou 65.919 novos postos de trabalho, valor 25% menor do que o apurado no mesmo período de 2011 (87.998), diz a Firjan. A entidade aponta que, ainda assim, a retração foi inferior à do cenário nacional, em que houve redução de 32% no mesmo período: foram criados 1,2 milhão de novos empregos no ano passado contra 858.334 do primeiro semestre de 2012.

A entidade aponta ainda que no Rio o principal gerador de empregos é o setor de serviços (38.093 postos de trabalho), porém, o setor reduziu o patamar de contratações e registrou saldo inferior à média dos últimos seis anos (40.800).

A indústria de transformação fluminense gerou 7.552 novos postos de trabalho no primeiro semestre, ante 8.663 no mesmo período de 2011. Nos últimos cinco anos, diz a Firjan, o resultado só não foi pior do que o de 2009, ano de forte impacto da crise mundial nas economias brasileira e fluminense. Ainda que de janeiro a março a Indústria tenha apresentado desempenho similar ao de 2011, a geração de empregos no 2° trimestre perdeu força, sendo determinante para o resultado dos primeiros seis meses do ano.


Fonte: Terra

CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DA INDÚSTRIA CRESCE EM AGOSTO, DIZ FGV

O aumento da confiança em agosto está associado à melhoria da percepção sobre o momento presente.

A confiança dos empresários do setor industrial melhorou neste mês, segundo sinaliza pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Fundação Getulio Vargas. A prévia da pesquisa “Sondagem da Indústria”, divulgada nesta manhã, sinaliza avanço de 1,5% do Índice de Confiança do setor (ICI) em agosto, na comparação com o resultado final de julho.
O indicador passou a 104,2 pontos, de 102,7 pontos no mês passado. Caso seja confirmado, o resultado levará o ICI ao maior valor desde julho de 2011. Apesar disso, o indicador continuaria inferior à média dos últimos 60 meses, de 105,5 pontos.

De acordo com a FGV, o aumento da confiança em agosto está associado à melhoria da percepção sobre o momento presente. O Índice da Situação Atual (ISA) alcançou 105,8 pontos na prévia, o maior nível desde julho de 2011, com alta de 3,1% em relação ao mês anterior. O Índice de Expectativas (IE) ficou relativamente estável, ao recuar 0,2%, para 102,6 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) preliminar avançou 0,3 ponto percentual em relação a julho, ao passar de 83,7% para 84%, valor que supera a média dos últimos cinco anos (83,7%).

Para a prévia dos resultados da Sondagem da Indústria foram consultadas 801 empresas entre os dias 02 e 15 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado em 27 de agosto.

CNI

O resultado da Sondagem ad FGV está em linha com o da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na quinta-feira passada, a entidade informou que Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) subiu para 54,4 pontos em agosto, após ter marcado o pior resultado desde abril de 2009 em julho.



Fonte: Valor

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

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LOPES IMÓVEIS COMPRA RAUL FULGÊNCIO DE LONDRINA

A Lopes comprou 51% da imobiliária paranaense por R$ 36 milhões, com recursos próprios.

A LPS Consultoria de Imóveis, conhecida como Lopes, comprou a Raul Fulgêncio, de Londrina (PR). A Lopes comprou 51% da imobiliária paranaense por R$ 36 milhões, com recursos próprios. Ela pagará R$ 14 milhões como sinal. O restante será desembolsado a partir do primeiro ano de operação, em três parcelas anuais, atreladas aos resultados da Raul Fulgêncio.

"A Raul Fulgêncio era a maior das imobiliárias independentes da região Sul", conta o diretor financeiro e de relações com investidores da Lopes, Marcello Leone. O termo "independente" refere-se, segundo o executivo, a imobiliárias que não integram a rede da Lopes ou da concorrente Brasil Brokers.

As negociações duraram quase um ano. Esta foi a maior aquisição feita pela Lopes desde 2010, a 25ª desde sua abertura de capital e a quarta realizada em 2012.

A Lopes foca as aquisições em imobiliárias concentradas no mercado de usados, mas, desta vez, a comprada vende mais lançamentos. Conforme Leone, a expectativa é que as vendas da Raul Fulgêncio superem R$ 560 milhões nos próximos 12 meses - sendo 80% de imóveis novos e 20% de usados.

No primeiro semestre, boa parte das incorporadoras de capital aberto reduziu seus lançamentos, para privilegiar a venda de estoques ou porque a obtenção de licenças demorou mais do que o previsto. Questionado se esse cenário preocupa, Leone respondeu que 90% da base de clientes da imobiliária de Londrina são incorporadoras de capital fechado.



Fonte: Valor Econômico

APESAR DO CRESCIMENTO, CONSTRUÇÃO CIVIL AINDA SOFRE COM FALTA DE MÃO DE OBRA QUALIFICADA

O mercado do Mato Grosso, necessita de pelo menos 2.000 trabalhadores.

A Construção Civil do Mato Grosso do Sul comemora os atuais números relativos ao setor. A avaliação é do Sinduscon (Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção do Estado de Mato Grosso do Sul) que acredita que os pacotes anunciados pelo governo da presidente Dilma Rooussef, nesta quarta-feira, 15, beneficiaram o setor e promoverão um aquecimento maior no ramo. Mas por outro lado, ainda falta a mão de obra qualificada no setor.
Segundo Amarildo Miranda Melo, presidente do sindicato, o atual momento político tem favorecido o crescimento do país. “Em 2010 crescemos 12,75% e viemos crescendo seguidamente desde então. Para este ano, o setor espera um crescimento de 4,5%.”, analisa.

Apesar do crescimento, o ramo da construção civil ainda sofre com a má qualificação profissional, a alta carga tributária e a logística. “O governo precisa baixar os custos da máquina pública. Mesmo com o aquecimento do setor frente às parcerias público/privadas, a atividade ainda sofre com estes fatores.”, comenta.

Junto com o crescimento que o setor desempenha, a utilização de maus profissionais como mão de obra ainda é motivo de atenção.

Conforme José Abelha Neto, presidente do Sintracon (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil), atualmente Campo Grande conta com 2.500 profissionais sindicalizados. “Na Capital 50%, das construções utilizam trabalhadores informais.”, informa.

De acordo com ele, a única forma de quem solicita o serviço de um informal se precaver é fazendo um contrato que determine as responsabilidades e garantias da obra. “O trabalhador precisa entender que ao não se formalizar, ele perde as garantias trabalhistas. Em nosso setor acontece muitos acidentes de trabalho, sem o mínimo de garantias, esse trabalhador, ao se acidentar, por exemplo, não possui nenhum tipo de segurança.”, lembra.

José Abelha avalia que hoje, o mercado necessita de pelo menos 2.000 trabalhadores. “Esse número seria tranquilamente absorvido. Frequentemente disponibilizamos vagas, porém muitos trabalhadores não possuem qualificação alguma.”, lamenta.

Pata quem pretende se especilizar no ramo, ou tem alguma noção, pode ter uma maior aprendizado com cursos. Um deles é o Sesi realiza cursos de capacitação para pedreiro, armador e carpinteiro nos bairro da Capital.

Fiscalização

Sindicatos do setor avaliam que a falta de mão de obra é um dos principais problemas do setor

“Passamos nas obras e notificamos o responsável, caso ele não se regularize, encaminhamos a denúncia para o MTE para que eles tomem as providências cabíveis”, informa José Abelha. Ele diz ainda que os informais não cumprem as convenções, descartando equipamentos de segurança e aumentando assim, o risco de acidentes.



Fonte: Midiamax