segunda-feira, 8 de outubro de 2012

CUSTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL PAULISTA REGISTRA LEVE AUMENTO EM SETEMBRO

Os preços da construção civil paulista ficaram praticamente estáveis em comparação a agosto deste ano, registrando um leve aumento de 0,07%.
 

Os preços da construção civil paulista ficaram praticamente estáveis em comparação a agosto deste ano, registrando um leve aumento de 0,07%. É o que revela a pesquisa divulgada nesta segunda-feira (01) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).


O CUB (Custo Unitário Básico) reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil. Nesse mês, ele foi de R$ R$ 1.020,52 por metro quadrado.

Em setembro, o custo das construtoras com materiais de construção teve alta de 0,24%. Já os custos com mão de obra indicou leve recuo de -0,05 e as despesas administrativas apresentaram estabilidade.

No acumulado de 2012, o CUB registrou crescimento de 6,85%, com elevação de 9,62% nos custos com mão de obra, avanço de 3,25% nos custos com materiais e aumento de 7,68% nos administrativos.

Alta dos preços

Dos 41 itens de material de construção analisados, no nono mês do ano, quatro registraram alta acima do IGP-M, que avançou 0,97% no mês. Entre os maiores reajustes ficaram com locação de betoneira elétrica, com 1,58%, dobradiça em ferro polido, 1,24%, e areia média lavada, com 1,23%.


Fonte: Infomoney

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

DEMANDA NO MERCADO IMOBILIÁRIO CONTINUA AQUECIDA, DIZ SINDUSCON

A queda dos juros e a melhoria nas condições de financiamento também favorecem o crescimento.

A demanda por imóveis residenciais continua em alta em todo o país, e na região a tendência é acentuada. De acordo com avaliação do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Sul) a queda dos juros e a melhoria nas condições de financiamento também favorecem o crescimento.


Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Sul Fluminense, Mauro Campos, o panorama do mercado aquecido se deve há alguns fatores.

- Hoje existem vários fatores que beneficiam esse momento vivido pelo mercado imobiliário. Os programas do governo federal, como o Minha Casa Minha Vida, com subsídios que incentivam a política habitacional e estimula o crédito, o aumento do orçamento para estes projetos, as taxas de juros que são menores, dependendo podem chegar a 6%. São condições super benéficas, principalmente em imóveis de R$ 90 a R$ 110 mil - falou, esclarecendo que dessa maneira, quem tem necessidade de comprar uma casa própria encontra um mercado favorável.

Mauro ainda comentou que, apesar do bom momento, é possível que o mercado fique mais moderado em um futuro próximo.

- O Governo Federal, através do programa PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) tem como objetivo construir cerca de duas milhões de habitações, entre apartamentos e casas em todo o país. A previsão é que só no estado do Rio sejam construídas 70 mil novas moradias, então, enquanto houver essa demanda o mercado vai permanecer aquecido, mas tudo tem o seu final - analisou.

- Acredito que cabe aos governos municipais serem ágeis, espertos e inteligentes para rever as verbas e conseguir garantir os investimentos - completou.

Crescimento

O Minha Casa Minha Vida é um programa do governo federal que em geral, acontece em parceria com estados, municípios, empresas e entidades sem fins lucrativos.

De acordo com dados do governo federal, na primeira fase foram construídas mais de um milhão de moradias. Agora, o Programa Minha Casa Minha Vida pretende construir na segunda fase, dois milhões de casas e apartamentos até 2014.

Se a pessoa tem renda bruta de até R$ 5.000,00, o Programa oferece algumas facilidades, como, por exemplo, descontos, subsídios e redução do valor de seguros habitacionais.

Dois bancos hoje oferecem o benefício, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.

Dados do Banco Central

Segundo informações divulgadas pela Agência Brasil, a expansão do crédito imobiliário, embora tenha ocorrido com maior intensidade do que a das demais modalidades, já mostra sinais de moderação.

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel informou que em 2010 o crédito imobiliário apresentou expansão de 51%, com redução para 44% em 2011 e para 38,6% no período de 12 meses encerrados em agosto.

- Vem arrefecendo gradualmente, mas ainda acima da média do sistema como um todo - disse.

O saldo total das operações de crédito do sistema financeiro chegou a R$ 2,211 trilhões, em agosto, com crescimento de 17%, em 12 meses.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, a expansão do crédito imobiliário saiu de 4,4% em agosto de 2011 para 5,8% no mês passado.

- É um percentual ainda baixo quando se compara ao de outros países, acima de 70% do PIB - acrescentou Tulio Maciel.

Para ele, não há riscos na expansão do crédito imobiliário no país, como ocorreu com a bolha imobiliária nos Estados Unidos.

- Essa realidade está muito distante da brasileira. Não dá pra fazer nenhum paralelo - tranquilizou.

Fonte: Diário do Vale

CONFIANÇA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL SOBE EM SETEMBRO, DIZ CNI

Mesmo com a queda na atividade, o uso da capacidade instalada do setor subiu no período, de acordo com CNI.

O otimismo da indústria da construção civil em relação ao nível de atividade para os próximos seis meses subiu de 56,3 pontos em agosto para 57 pontos em setembro, segundo a pesquisa Sondagem da Indústria da Construção, divulgada nesta segunda-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador varia de zero a 100 pontos, sendo que valores acima de 50 pontos representam otimismo.


Em relação aos novos empreendimentos e serviços, a confiança subiu de 56,3 pontos para 56,7 pontos no período. As empresas do setor também aumentaram as perspectivas de compra de insumos, pois esse indicador avançou para 57,8 pontos em setembro, ante 56,2 pontos em agosto.

No caso das expectativas em relação ao número de empregados, o índice de otimismo subiu de 55,7 pontos para 56 pontos no período.

A melhora no otimismo foi verificada apesar da queda no nível de atividade da indústria de construção civil entre julho e agosto. Mesmo com a queda na atividade, o uso da capacidade instalada do setor subiu no período, de acordo com CNI.

O economista da CNI Danilo Garcia explicou que uma das possíveis razões para esse movimento é que as empresas reduziram sua capacidade total instalada, elevando assim a utilização proporcional do parque. “Uma indústria às vezes pode continuar com o mesmo nível de atividade, ou até num patamar menor, mesmo se desfazendo de parte dos equipamentos”, afirmou o economista.

A indústria de construção civil utilizou, em média, 70% da capacidade em agosto, ante 69% em julho. Já a atividade da indústria de construção civil registrou queda em agosto, passando de 48,3 pontos em julho para 48,1 pontos no mês passado.

O índice de emprego no setor também caiu no período. Em agosto o indicador ficou em 49,3 pontos, abaixo da linha divisória de 50 pontos. Em julho, o índice registrado foi de 48,2 pontos.

O levantamento foi feito com 475 empresas de todo o país entre os dias 3 e 14 de setembro.


Fonte: Valor

ESTÃO À VENDA OS CONVITES PARA O JANTAR ALEC 20 ANOS

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2012 foi um ano de muito trabalho, dedicação e merece ser comemorado em grande estilo. Uma oportunidade de reencontrar amigos em um ambiente familiar e descontraído.



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Data: 23/11/2012 (sexta-feira)

Horário: a partir das 21h

*Convite individual

*Manobristas na entrada (incluso no valor do convite)

*Não será permitida a entrada de menores de 16 anos



Coquetel e jantar com cardápio variado que agradará a todos os paladares (bebidas incluídas - vinho branco ou Prosecco, vinho tinto, whisky e cerveja). Para animar mais ainda a festa um DJ Top do Mercado contagiará a todos com uma trilha sonora que lembrará grandes sucessos que marcaram época. 



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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

BANCO APOSTA EM CRESCIMENTO DE 5,5% PARA O PRÓXIMO ANO

A economia brasileira deve apresentar uma forte recuperação no próximo ano, mas esse contexto deve vir acompanhado de pressões inflacionárias e alta de juros.

O Brasil deve crescer 5,5% em 2013. Essa é a previsão do Economista-chefe para América Latina do Banco BNP Paribas, Marcelo Carvalho, colocada durante coletiva on-line realizada ontem. Segundo ele, a economia brasileira deve apresentar uma forte recuperação no próximo ano, mas esse contexto deve vir acompanhado de pressões inflacionárias e alta de juros.
"O que parece o cenário mais provável é que sim, a economia volte com força, força até demais. Nesse sentido, que a inflação, que aliás não é baixa, já está rodando acima de 5%, tende a ficar mais pressionada nesse ambiente de recuperação mais forte da economia brasileira", completou.

Segundo o relatório Focus, divulgado também ontem pelo Banco Central, o mercado espera que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do ano que vem fique concentrado em 4%. Essa previsão é mantida pelos analistas consultados pela autoridade monetária há sete semanas.

O crescimento acelerado de nossa economia deve refletir em uma maior pressão inflacionária. O economista-chefe do Banco acredita que isso deve acontecer, pois "o ponto inicial de partida já é complicado, está rodando a 5%, 4,9% em doze meses, foi um momento que estava tudo ajudando, mudança da pesquisa [peso dos componentes do IPCA], isenção do IPI [Imposto sobre Produtos Industriais] cenário macroeconômico no pior momento de atividade, ainda assim o que a gente conseguiu de melhor foi uma inflação de 4,9%".

Ele chama a atenção para a alta de preços setorial que pode ser influenciada pela situação de baixo desemprego que o Brasil passa. O economista do BNP coloca que o contexto de praticamente pleno emprego e aumento da massa salarial pode ser comprovada pela inflação de serviços, "em uma empresa do setor de serviços é mais fácil repassar esses aumentos de salários, para o preço final do consumidor. Não é à toa que quando você olha a composição do IPCA [Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo], o que mais impressiona é a inflação de serviços, que roda na taxa de 7%, 8%, 9% enquanto a inflação cheia está aí perto de 5%".

A expectativa do mercado, segundo o relatório do BC, para o IPCA de 2013 está em 5,5%.

Segundo Carvalho, esse número está estacionado há algum tempo o que significa que "a percepção do mercado hoje é de que o Banco Central não mira mais a meta de 4,5% que o governo como um todo mira em algo na banda de cima, na margem de tolerância, alguma coisa entre 4,5% e 6,5%, que é o teto de tolerância".

Apesar disso ele não acredita nesta taxa, "o consenso do mercado supõe que a inflação vai ficar estável de um período de tempo daqui até o ano que vem, historicamente, a gente nunca tem uma linha reta, a inflação sobe ou desce, parada é que ela não fica. Quando eu olho esse consenso parado em 5,5% deve ter alguma coisa errada, ou vai ser muito acima disso, ou muito abaixo disso, mas como eu tentei explicar, os fatores apontam para uma inflação para cima", disse.

Para o economista, o governo brasileiro pode adotar "uma série de instrumentos" para controlar a inflação. "Você pode subir os juros, e alguns argumentam que você poderia usar outras medidas, as chamadas medidas macroprudenciais, medidas de restrição de crédito, talvez o que a gente observe seja um conjunto dessas várias medidas, mas na minha avaliação é inevitável, o instrumento principal, fundamental de controle da demanda agregada são os juros".

Para Marcelo Carvalho, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) pode optar por mais um corte de juros residual, de 0,25 pontos percentuais ainda este ano, apesar de ser pouco provável, na opinião dele. "De uma forma ou de outra, o ciclo de corte, de afrouxamentos está perto do fim, agora é saber como e quando o Banco Central volta a subir os juros".

A aposta do BNP Paribas é que a taxa básica de juros suba em algum momento do segundo trimestre do ano que vem e que feche 2013 com um aumento de cerca de 1,5 ponto percentual, em 9% ao ano. Segundo a opinião dos analistas consultados para o último relatório Focus, a Selic deve terminar 2013 em 8,25%.

Fonte: DCI

SETOR DE FERRAMENTAS VÊ MEDIDAS DO GOVERNO COM OTIMISMO

O conjunto de medidas do governo ainda é insuficiente para tornar a indústria brasileira em igualdade de condições com os seus concorrentes.

Nos últimos meses o governo lançou várias medidas com o intuito de estimular a economia. Desoneração da folha de pagamentos, redução da tarifa de energia, extensão do prazo de financiamento do Finame-PSI, redução dos juros... O site Usinagem-Brasil foi ouvir empresas do setor de ferramentas - que vêm enfrentando sensível queda no volume de negócios em 2012 - para saber os reflexos que essas medidas podem trazer para a melhoria dos negócios.
A maioria das empresas vê as novas medidas com otimismo, na medida em que sinalizam que o governo está no caminho certo ao cortar custos do setor industrial. “Um dos grandes problemas do País é a falta de competitividade. Assim, tudo o que for feito no sentido de desonerar a produção é bem-vindo”, comenta Cláudio Camacho, presidente da Sandvik Coromant para as Américas do Sul e Central.

Na avaliação de Fernando Pereira, diretor-presidente da Seco Tools Brasil, as medidas são positivas e trarão benefícios para a indústria em geral. Mas não no curto prazo. Em sua opinião, poucos reflexos devem ser observados ainda neste exercício, no qual o setor de ferramentas de corte deve fechar com queda em torno de 20%.

“Os consumidores de ferramentas de corte reagiram positivamente às medidas governamentais e já é possível sentir uma melhora no faturamento”, afirma Hélio Galheta, presidente da TaeguTec do Brasil. Para ele, as novas medidas irão contribuir para que se tenha um bom quarto trimestre, o que no entanto não deve evitar uma queda do setor como um todo em torno de 15% em 2012.

Eduardo Gebra, gerente Técnico da Mitsubishi Materials, lembra que boa parte das medidas só entrará em vigor em 2013. No entanto, considera que já poderão apresentar reflexos positivos no curto prazo. “Acho que no próximo trimestre já será possível se sentir uma melhora na economia nacional”.

Embora a maioria das empresas se mostre confiante de que 2013 será melhor que 2012, o consenso é que esse conjunto de medidas do governo ainda é insuficiente para tornar a indústria brasileira em igualdade de condições com seus principais concorrentes internacionais. Para tanto, seria necessária uma profunda reforma tributária, associada a ações que se reduzissem o Custo Brasil.


Fonte: Usinagem-Brasil

SEUS FUNCIONÁRIOS ATENDEM BEM SEUS CLIENTES?



O atendimento é a porta de entrada de qualquer negócio. Você volta a uma loja, restaurante, locadora se foi mal atendido? Não. Há tantas outras opções!
Atender bem é a primeira etapa para conquistar o cliente.
Como sua equipe faz este atendimento? Você precisa orientar, acompanhar e dar um retorno para seus funcionários. Ninguém nasce sabendo e sempre pode-se aprender mais.
Existem técnicas que ajudam a fazer um atendimento impecável e talvez sua equipe ainda não conheça estas dicas.
O sonho de qualquer empresário é ter clientes fiéis. Um dos passos para isso é fazer um atendimento de excelência, diferenciado. Equipamentos qualquer empresa pode ter, mas ser bem atendido é para poucos.