terça-feira, 2 de outubro de 2012

ESTÃO À VENDA OS CONVITES PARA O JANTAR ALEC 20 ANOS

Você faz parte desta história. Reserve esta data, contamos com sua presença.


JANTAR 20 ANOS ALEC – UMA TRAJETÓRIA DE SUCESSO

2012 foi um ano de muito trabalho, dedicação e merece ser comemorado em grande estilo. Uma oportunidade de reencontrar amigos em um ambiente familiar e descontraído.



Local: Buffet Cidade Jardim

Endereço: Rua Des. Armando Fairbanks, 142/150 – Cidade Universitária – São Paulo / SP

Data: 23/11/2012 (sexta-feira)

Horário: a partir das 21h

*Convite individual

*Manobristas na entrada (incluso no valor do convite)

*Não será permitida a entrada de menores de 16 anos



Coquetel e jantar com cardápio variado que agradará a todos os paladares (bebidas incluídas - vinho branco ou Prosecco, vinho tinto, whisky e cerveja). Para animar mais ainda a festa um DJ Top do Mercado contagiará a todos com uma trilha sonora que lembrará grandes sucessos que marcaram época. 



Compre seu convite agora mesmo e garanta um valor especial:

R$ 120,00 por pessoa até 31/10/11

R$ 135,00,00 por pessoa até 15/11/11

R$ 150,00 por pessoa a partir de 15/11/11



Para adquirir seu convite, fale com Allan (11) 3965-9819 ou mkt@alec.org.br

INDÚSTRIA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO QUER INVESTIR

O pacote de incentivos do governo elevou os planos de investimento por parte do setor de materiais de construção

O pacote de incentivos do governo elevou os planos de investimento por parte do setor de materiais de construção, de acordo com pesquisa divulgada nesta terça-feira (25) pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Dentre os empresários consultados, 81% disseram que pretendem investir ao longo dos próximos 12 meses. O nível é o maior do ano e está acima dos 67% registrados em agosto e dos 77% de setembro de 2011.
As expectativas positivas em relação às ações do governo para os próximos 12 meses também cresceram. Em setembro deste ano, 58% dos empresários afirmaram estar otimistas. Em agosto, eram apenas 36%, e em setembro de 2011, 54%. A sondagem também mostrou que 70% dos empresários consideraram as vendas boas ou muito boas em setembro, e 81% acreditam que o faturamento será bom ou muito bom no mês que vem.


O nível de utilização da capacidade instalada da indústria de materiais subiu para 83% em setembro, ante 81% em agosto. Por outro lado, a atividade do setor ficou abaixo dos 86% registrados em setembro de 2011. De acordo com a Abramat, a melhora no setor reflete as ações do governo, como a prorrogação da desoneração do IPI de materiais de construção, além da inclusão de novos produtos na lista. "Recentemente, em reunião com o ministro Guido Mantega (Fazenda), expomos que prorrogar a desoneração do IPI seria aumentar a intenção de investimento pelos empresários. Ficamos felizes que isso tenha realmente acontecido", afirmou em nota Walter Cover, presidente da entidade.


Fonte: Agência Estado

PREVIDÊNCIA APONTA MAIS DE UMA MORTE POR DIA NA CONSTRUÇÃO

Falta de mão de obra qualificada e boom do setor são as principais causas de acidentes nos canteiros brasileiros

Dados do Ministério da Previdência apontam ocorrência de mais de uma morte acidental, por dia, entre os trabalhadores da construção civil nos canteiros de obras brasileiros.
A situação alarmante ganhou mais destaque nos últimos meses após dois operários serem atingidos por vergalhões enquanto trabalhavam: Eduardo Leite teve o crânio perfurado e Francisco Barroso, o pescoço atravessado pelo pedaço de metal, ambos sobreviveram. Em Brasília, porém, um homem morreu na construção do Estádio Nacional, após cair de uma altura de 30 metros.

Em 2010, dado mais recente do governo, o segmento da construção civil foi responsável por 56.433 acidentes, número considerado “irracional”, pois equivale somente a 8% do total apurado no país e, contabiliza somente os profissionais de carteira assinada, sendo que 40% da mão de obra do setor são informais. “O país não estava preparado com profissionais qualificados para o boom de obras que vimos nos últimos anos”, conta o vice-presidente de Relações Capital-Trabalho do SindusCon-SP, Haruo Ishikawa. Ele explica que o alto investimento na construção civil, no setor imobiliário e infraestrutura, impactaram diretamente na elevação do número de acidentes no setor.


Fonte: G1

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

ATENÇÃO! NOVA EDIÇÃO DO CURSO EXCELÊNCIA NO ATENDIMENTO

Invista sua equipe agora mesmo - 29 de outubro








Objetivo - Apresentar melhores práticas de atendimento e exercitar a visão do cliente.
O curso Excelência no Atendimento é composto de 3 módulos envolvendo parte teórica e prática.
Módulo 1 – Realizando um atendimento de excelência
• Objetivo Apresentar melhores práticas de atendimento e exercitar a visão do cliente.
• Tópicos ₋ Atender, entender e encantar o cliente.
₋ As chaves do bom atendimento ₋ Aprendendo a lidar com situações e clientes difíceis.
₋ Estratégias para administrar conflitos no atendimento.
₋ Transformando problemas em soluções.
₋ A comunicação, a linguagem corporal e a alegria no atendimento.

Módulo 2 – Atendimento Telefônico de excelência
Objetivo Apresentar técnicas e posturas adequadas para o atendimento telefônico.
• Tópicos
-A influência da voz velocidade, tom, volume, clareza, objetividade, agilidade e educação.
₋ Erros mais comuns no atendimento telefônico.
₋ Atitudes abomináveis ao telefone.
₋ As frases proibidas.
₋ Problemas mais comuns no atendimento sugestões de soluções.
₋ Procedimentos que garantem a eficácia no uso do telefone.

Módulo 3 – Papéis e responsabilidades no atendimento
Objetivo Trabalhar o contexto que envolve o atendimento pessoal e telefônico. Quais os impactos do bom relacionamento e do trabalho em equipe. Quem é responsável
• Tópicos
₋ Atitudes que facilitam estabelecer relacionamentos mais produtivos.
₋ Incentivando o trabalho em equipe.
₋ Comportamento gera comportamento.
₋ A importância do ouvir.
₋ Quais as “horas da verdade da sua empresa”
₋ A comunicação, a linguagem corporal e a alegria no atendimento.

DATA 29/10/12
HORÁRIO 9h00 às 18h00 
LOCAL Sede ALEC ENDEREÇO Av.Mandaqui, 67 - Bairro do Limão

Investimento:
Associados R$ 150,00 por participante
Não Associado R$ 300,00 por participante
Turmas com 25 participantes.

INSCREVA-SE JÁ. Ligue para (11) 3965-9819 ou envie um e-mail para mkt@alec.org.br

ESTÁ CHEGANDO A NOVA EDIÇÃO DO CURSO VENDAS DE ALTA PERFORMANCE

Multiplique suas vendas próxima edição 01 de novembro














Invista na sua equipe e multiplique suas vendas.
O curso é composto por 3 módulos:
Vendas
Objetivo: Fornecer técnicas  de vendas para as equipes comerciais.
 Tópicos:
 *Importância de perguntas.
 *Identificação de necessidades.
 *Metodologia SPIN para vendas.
 Negociação
Objetivo: Desenvolver padrões para uma negociação efetiva.
 Tópicos:
 *Características, vantagens e benefícios.
 *Fazendo oferta de forma adequada.
 *Gerenciando objetivos.
 *Fechamento
 Simulação de vendas
Objetivo: Praticar o aprendizado através de scripts com simulações de vendas com base  na realidade dos participantes.
 Tópicos:
 *Simulações de Vendas.
 *Discussão sobre pontos fortes e oportunidades  de melhoria.
Empresas associadas - R$150,00 por pessoa.
Empresas não associada - R$300,00 por pessoa.
Para mais informações  ligue para (11)3965-9819 ou envie um e-mail para mkt@alec.org.br

FOCUS: PROJEÇÕES PARA PIB E PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM 2012 PARAM DE CAIR

Depois de recuar por sete semanas seguidas, a estimativa para o crescimento do PIB em 2012 estacionou em 1,57%.

As previsões dos analistas do mercado financeiro para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) e para a produção industrial deste ano pararam de cair, mostra o relatório semanal Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC).
Depois de recuar por sete semanas seguidas, a estimativa para o crescimento do PIB em 2012 estacionou em 1,57%. Para 2013, a projeção foi mantida em 4% pela sétima semana.

No caso da produção industrial, depois de cair por 16 semanas consecutivas, a projeção para 2012 saiu de contração de 1,92% para recuo de 1,82%. A estimativa para 2013 foi mantida em crescimento de 4,25%.

Na semana passada, alguns sinais positivos sobre a indústria apareceram. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que a atividade do setor avançou para 54,7 pontos em agosto, na segunda alta consecutiva, uma leitura melhor que a do mesmo período do ano passado, de 54,3 pontos.

Já a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE mostrou que a taxa de desemprego caiu (de 5,4% para 5,3%) entre julho e agosto, puxada pelas contratações da indústria: 100 mil postos de trabalho a mais em um único mês, um aumento de 2,7% no período.

Juro maior

Após ficarem estáveis por seis semanas consecutivas, as estimativas do mercado financeiro para a taxa de juros Selic para o fim de 2012 subiram de 7,25% para 7,5%, mesmo patamar atual da taxa, mostra o relatório Focus.

A projeção da Selic acompanha a deterioração das expectativas para a inflação. A mediana das projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aumentou pela 11ª semana consecutiva, de 5,26% para 5,35%. Para 2013, a expectativa foi mantida em 5,50%.

Na semana passada, o IBGE informou que o IPCA-15 acelerou para 0,48% em setembro, ante 0,39% em agosto, puxado pelos alimentos. Esse grupo teve apresentou a maior alta entre os nove pesquisados pelo IBGE, para 1,08% em setembro, ante 0,76% em agosto, com impacto de 0,25 ponto percentual na formação da taxa, o que corresponde a 52% do indicador. A leitura do IPCA-15 reforçou as expectativas de inflação mais alta em setembro.

Mas, ao mesmo tempo, a mediana das projeções para o IPCA em 12 meses recuou pela segunda semana consecutiva, de 5,62% para 5,59%, indicando que a inflação pode se arrefecer depois do repique atual.

Câmbio

As projeções de analistas do mercado financeiro para o câmbio ao fim de 2012 e de 2013 foram mantidas – pela sétima semana consecutiva - em R$ 2,00.

O governo tem atuado no mercado para manter o câmbio na faixa dos R$ 2,00, o que contribui para manter as expectativas do mercado neste patamar.

Além disso, em viagem à Europa na semana passada o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi bastante enfático ao dizer que o Brasil defenderá um real mais desvalorizado diante dos programas de afrouxamento quantitativo anunciados pelos Estados Unidos e pelo Japão.

Na sexta-feira, em Londres, o ministro disse, inclusive, que poderá elevar a tributação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), se for necessário, a fim de evitar a apreciação da moeda brasileira.


Fonte: Valor

FRANCESA HAULOTTE VAI ELEVAR PRESENÇA NO BRASIL ATÉ 2014

Fabricante de máquinas de movimentação de pessoas em obras planeja abrir centros de manutenção e fábrica

Completando 10 anos de Brasil, a fabricante francesa de plataformas de elevação Haulotte pretende consolidar seu pós-venda. A empresa, que detém 25% das vendas desses equipamentos no Brasil, planeja abrir 50 centros de manutenção e serviços no país até 2014. Para isso, a companhia está prospectando empresas que possam realizar esse trabalho pelos quatro cantos do país.
“Fazemos todo o treinamento das pessoas para a manutenção correta de nossas m´quinas. Hoje, não temos uma estrutura capaz de atender com rapidez ao mercado nos próximos dois anos”, disse o presidente da companhia para a América Latina, Carlos Hernendéz.
Hoje, a companhia detém seis unidades de manutenção e serviços e deverá fechar o ano com mais quatro centros no país. “Oitenta por centro de nossas vendas são realizadas para empresas de locação de equipamentos. Por isso, essas máquinas não podem ficar paradas por qualquer problema, é dinheiro que se perde. Queremos otimizar esses serviços já que atualmente todos os reparos realizados no país são feitos no local mas com deslocamento de profissionais de São Paulo”, explicou o executivo.
O Brasil, aliás, é a grande aposta da Haulotte. O país tem um mercado maior que o da China e isso faz com que os executivos já pensem em abrir uma fábrica por aqui. “É um estudo. Mas a unidade brasileira iria abastecer toda a América Latina”, disse Hernandéz.
Seria a primeira fábrica desse tipo de equipamento no Brasil. Hoje, toda a frota circulante do Brasil, cerca de 12 mil máquinas, é importada principalmente da Europa e Estados Unidos. Segundo Hernandéz, a produção local somente se fará realidade quando o mercado da região atingir cerca de 20 mil equipamentos na América Latina.
“Dos 60 modelos que temos em nosso portfólio, a ideia é fabricar por aqui de um a dois tipos de equipamentos. Lógico, aqueles com maior demanda no mercado”, acrescentou.
Em vendas, o Brasil está entre os cinco maiores para a Haulotte, ficando atrás apenas de países como a Franca e os Estados Unidos, onde o mercado desses equipamentos gira em torno de 250 mil máquinas.
Este ano, de acordo com estimativas da Haulotte, deverão ser comercializadas cerca de 5 mil máquinas no país. Dessa forma, o parque brasileiro fechará 2012 com 17 mil máquinas – uma frota equivalente a de países como a Itália, onde os procedimentos de segurança dos profissionais de construção são bastante rígidos.
“Com todas as obras de infraestrutura e a mudança de cultura no país, em que o quesito segurança do profissional é um fator importante, a substituição de antigos andaimes nas obras por equipamentos com grande tecnologia está cada vez mais constante”. As empresas brasileiras, dessa forma, estão optando por máquinas mais sofisticadas, o que vai mudar um pouco a cara do mercado no país. “São equipamentos mais seguros e com qualidade superior. O Brasil está se aproximando da Europa dessa forma. Está cada vez mais maduro”, disse.
Todo esse potencial e representatividade do Brasil nos últimos anos fizeram com que em 2011 a Haulotte investisse em sua subsidiária local. “Com esse importante passo, a empresa se fortaleceu e atingiu, no ano passado, aproximadamente 20% de participação de mercado, aumentando seu faturamento de forma significativa”, disse o diretor de marketing da América Latina, Luca Riga. No ano passado, a companhia franca faturou EU$ 27 milhões no Brasil, o dobro da receita apurada em 2010, quando suas vendas somaram EU$ 13 milhões. No mundo, o crescimento no faturamento foi de 23%, passando e EU$ 250 milhões para EU$ 207 milhões.


Fonte: Brasil Econômico