segunda-feira, 1 de outubro de 2012

ATENÇÃO! NOVA EDIÇÃO DO CURSO EXCELÊNCIA NO ATENDIMENTO

Invista sua equipe agora mesmo - 29 de outubro








Objetivo - Apresentar melhores práticas de atendimento e exercitar a visão do cliente.
O curso Excelência no Atendimento é composto de 3 módulos envolvendo parte teórica e prática.
Módulo 1 – Realizando um atendimento de excelência
• Objetivo Apresentar melhores práticas de atendimento e exercitar a visão do cliente.
• Tópicos ₋ Atender, entender e encantar o cliente.
₋ As chaves do bom atendimento ₋ Aprendendo a lidar com situações e clientes difíceis.
₋ Estratégias para administrar conflitos no atendimento.
₋ Transformando problemas em soluções.
₋ A comunicação, a linguagem corporal e a alegria no atendimento.

Módulo 2 – Atendimento Telefônico de excelência
Objetivo Apresentar técnicas e posturas adequadas para o atendimento telefônico.
• Tópicos
-A influência da voz velocidade, tom, volume, clareza, objetividade, agilidade e educação.
₋ Erros mais comuns no atendimento telefônico.
₋ Atitudes abomináveis ao telefone.
₋ As frases proibidas.
₋ Problemas mais comuns no atendimento sugestões de soluções.
₋ Procedimentos que garantem a eficácia no uso do telefone.

Módulo 3 – Papéis e responsabilidades no atendimento
Objetivo Trabalhar o contexto que envolve o atendimento pessoal e telefônico. Quais os impactos do bom relacionamento e do trabalho em equipe. Quem é responsável
• Tópicos
₋ Atitudes que facilitam estabelecer relacionamentos mais produtivos.
₋ Incentivando o trabalho em equipe.
₋ Comportamento gera comportamento.
₋ A importância do ouvir.
₋ Quais as “horas da verdade da sua empresa”
₋ A comunicação, a linguagem corporal e a alegria no atendimento.

DATA 29/10/12
HORÁRIO 9h00 às 18h00 
LOCAL Sede ALEC ENDEREÇO Av.Mandaqui, 67 - Bairro do Limão

Investimento:
Associados R$ 150,00 por participante
Não Associado R$ 300,00 por participante
Turmas com 25 participantes.

INSCREVA-SE JÁ. Ligue para (11) 3965-9819 ou envie um e-mail para mkt@alec.org.br

ESTÁ CHEGANDO A NOVA EDIÇÃO DO CURSO VENDAS DE ALTA PERFORMANCE

Multiplique suas vendas próxima edição 01 de novembro














Invista na sua equipe e multiplique suas vendas.
O curso é composto por 3 módulos:
Vendas
Objetivo: Fornecer técnicas  de vendas para as equipes comerciais.
 Tópicos:
 *Importância de perguntas.
 *Identificação de necessidades.
 *Metodologia SPIN para vendas.
 Negociação
Objetivo: Desenvolver padrões para uma negociação efetiva.
 Tópicos:
 *Características, vantagens e benefícios.
 *Fazendo oferta de forma adequada.
 *Gerenciando objetivos.
 *Fechamento
 Simulação de vendas
Objetivo: Praticar o aprendizado através de scripts com simulações de vendas com base  na realidade dos participantes.
 Tópicos:
 *Simulações de Vendas.
 *Discussão sobre pontos fortes e oportunidades  de melhoria.
Empresas associadas - R$150,00 por pessoa.
Empresas não associada - R$300,00 por pessoa.
Para mais informações  ligue para (11)3965-9819 ou envie um e-mail para mkt@alec.org.br

FOCUS: PROJEÇÕES PARA PIB E PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM 2012 PARAM DE CAIR

Depois de recuar por sete semanas seguidas, a estimativa para o crescimento do PIB em 2012 estacionou em 1,57%.

As previsões dos analistas do mercado financeiro para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) e para a produção industrial deste ano pararam de cair, mostra o relatório semanal Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC).
Depois de recuar por sete semanas seguidas, a estimativa para o crescimento do PIB em 2012 estacionou em 1,57%. Para 2013, a projeção foi mantida em 4% pela sétima semana.

No caso da produção industrial, depois de cair por 16 semanas consecutivas, a projeção para 2012 saiu de contração de 1,92% para recuo de 1,82%. A estimativa para 2013 foi mantida em crescimento de 4,25%.

Na semana passada, alguns sinais positivos sobre a indústria apareceram. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que a atividade do setor avançou para 54,7 pontos em agosto, na segunda alta consecutiva, uma leitura melhor que a do mesmo período do ano passado, de 54,3 pontos.

Já a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE mostrou que a taxa de desemprego caiu (de 5,4% para 5,3%) entre julho e agosto, puxada pelas contratações da indústria: 100 mil postos de trabalho a mais em um único mês, um aumento de 2,7% no período.

Juro maior

Após ficarem estáveis por seis semanas consecutivas, as estimativas do mercado financeiro para a taxa de juros Selic para o fim de 2012 subiram de 7,25% para 7,5%, mesmo patamar atual da taxa, mostra o relatório Focus.

A projeção da Selic acompanha a deterioração das expectativas para a inflação. A mediana das projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aumentou pela 11ª semana consecutiva, de 5,26% para 5,35%. Para 2013, a expectativa foi mantida em 5,50%.

Na semana passada, o IBGE informou que o IPCA-15 acelerou para 0,48% em setembro, ante 0,39% em agosto, puxado pelos alimentos. Esse grupo teve apresentou a maior alta entre os nove pesquisados pelo IBGE, para 1,08% em setembro, ante 0,76% em agosto, com impacto de 0,25 ponto percentual na formação da taxa, o que corresponde a 52% do indicador. A leitura do IPCA-15 reforçou as expectativas de inflação mais alta em setembro.

Mas, ao mesmo tempo, a mediana das projeções para o IPCA em 12 meses recuou pela segunda semana consecutiva, de 5,62% para 5,59%, indicando que a inflação pode se arrefecer depois do repique atual.

Câmbio

As projeções de analistas do mercado financeiro para o câmbio ao fim de 2012 e de 2013 foram mantidas – pela sétima semana consecutiva - em R$ 2,00.

O governo tem atuado no mercado para manter o câmbio na faixa dos R$ 2,00, o que contribui para manter as expectativas do mercado neste patamar.

Além disso, em viagem à Europa na semana passada o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi bastante enfático ao dizer que o Brasil defenderá um real mais desvalorizado diante dos programas de afrouxamento quantitativo anunciados pelos Estados Unidos e pelo Japão.

Na sexta-feira, em Londres, o ministro disse, inclusive, que poderá elevar a tributação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), se for necessário, a fim de evitar a apreciação da moeda brasileira.


Fonte: Valor

FRANCESA HAULOTTE VAI ELEVAR PRESENÇA NO BRASIL ATÉ 2014

Fabricante de máquinas de movimentação de pessoas em obras planeja abrir centros de manutenção e fábrica

Completando 10 anos de Brasil, a fabricante francesa de plataformas de elevação Haulotte pretende consolidar seu pós-venda. A empresa, que detém 25% das vendas desses equipamentos no Brasil, planeja abrir 50 centros de manutenção e serviços no país até 2014. Para isso, a companhia está prospectando empresas que possam realizar esse trabalho pelos quatro cantos do país.
“Fazemos todo o treinamento das pessoas para a manutenção correta de nossas m´quinas. Hoje, não temos uma estrutura capaz de atender com rapidez ao mercado nos próximos dois anos”, disse o presidente da companhia para a América Latina, Carlos Hernendéz.
Hoje, a companhia detém seis unidades de manutenção e serviços e deverá fechar o ano com mais quatro centros no país. “Oitenta por centro de nossas vendas são realizadas para empresas de locação de equipamentos. Por isso, essas máquinas não podem ficar paradas por qualquer problema, é dinheiro que se perde. Queremos otimizar esses serviços já que atualmente todos os reparos realizados no país são feitos no local mas com deslocamento de profissionais de São Paulo”, explicou o executivo.
O Brasil, aliás, é a grande aposta da Haulotte. O país tem um mercado maior que o da China e isso faz com que os executivos já pensem em abrir uma fábrica por aqui. “É um estudo. Mas a unidade brasileira iria abastecer toda a América Latina”, disse Hernandéz.
Seria a primeira fábrica desse tipo de equipamento no Brasil. Hoje, toda a frota circulante do Brasil, cerca de 12 mil máquinas, é importada principalmente da Europa e Estados Unidos. Segundo Hernandéz, a produção local somente se fará realidade quando o mercado da região atingir cerca de 20 mil equipamentos na América Latina.
“Dos 60 modelos que temos em nosso portfólio, a ideia é fabricar por aqui de um a dois tipos de equipamentos. Lógico, aqueles com maior demanda no mercado”, acrescentou.
Em vendas, o Brasil está entre os cinco maiores para a Haulotte, ficando atrás apenas de países como a Franca e os Estados Unidos, onde o mercado desses equipamentos gira em torno de 250 mil máquinas.
Este ano, de acordo com estimativas da Haulotte, deverão ser comercializadas cerca de 5 mil máquinas no país. Dessa forma, o parque brasileiro fechará 2012 com 17 mil máquinas – uma frota equivalente a de países como a Itália, onde os procedimentos de segurança dos profissionais de construção são bastante rígidos.
“Com todas as obras de infraestrutura e a mudança de cultura no país, em que o quesito segurança do profissional é um fator importante, a substituição de antigos andaimes nas obras por equipamentos com grande tecnologia está cada vez mais constante”. As empresas brasileiras, dessa forma, estão optando por máquinas mais sofisticadas, o que vai mudar um pouco a cara do mercado no país. “São equipamentos mais seguros e com qualidade superior. O Brasil está se aproximando da Europa dessa forma. Está cada vez mais maduro”, disse.
Todo esse potencial e representatividade do Brasil nos últimos anos fizeram com que em 2011 a Haulotte investisse em sua subsidiária local. “Com esse importante passo, a empresa se fortaleceu e atingiu, no ano passado, aproximadamente 20% de participação de mercado, aumentando seu faturamento de forma significativa”, disse o diretor de marketing da América Latina, Luca Riga. No ano passado, a companhia franca faturou EU$ 27 milhões no Brasil, o dobro da receita apurada em 2010, quando suas vendas somaram EU$ 13 milhões. No mundo, o crescimento no faturamento foi de 23%, passando e EU$ 250 milhões para EU$ 207 milhões.


Fonte: Brasil Econômico

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

BRASIL DEVERÁ CRESCER MAIS EM 2013, DIZ ECONOMISTA DA PRICE

Os estímulos fiscais e monetários adotados por países emergentes devem permitir a recuperação mais forte da economia em 2013.

Os estímulos fiscais e monetários adotados por países emergentes devem permitir a recuperação mais forte da economia em 2013, apesar da situação difícil que vive o mundo desenvolvido, afirma John Hawksworth, economista-chefe da PricewaterhouseCoopers no Reino Unido. Para o Brasil, diz, a redução da taxa básica de juros e a desvalorização do real devem permitir que, no próximo ano o país cresça mais perto do potencial de longo prazo, estimado pela consultoria em 4% ao ano. 'É claro que esse cenário depende de estabilização na zona do euro, com gradual retomada da confiança'.
Para Hawksworth, a atuação mais incisiva do Banco Central para defender o nível de R$ 2,00 do dólar é 'reação natural' à valorização excessiva da taxa de câmbio, que prejudicou a indústria manufatureira brasileira. 'É justificável que o governo procure ter câmbio menos valorizado, até porque vários governos ao redor do mundo fazem isso.'

O Brasil também tende a se beneficiar, em 2013, da recuperação do crescimento chinês. O pacote de US$ 150 bilhões em investimentos em infraestrutura e o alívio monetário não devem ter efeito imediato, mas vão permitir que o país volte a se acelerar já no próximo ano. Hawksworth adverte, no entanto, que taxas de crescimento superiores a 10% ao ano, como o mundo se acostumou a ver, devem ter ficado para trás. 'O ritmo de expansão era claramente insustentável, o que ficou visível no mercado imobiliário, principalmente', diz o economista-chefe. Para Hawksworth, a China ainda tem capacidade de sustentar, pelos próximos cinco anos, crescimento em torno de 8%.

Para o mundo desenvolvido, os prognósticos são pouco favoráveis. Na Europa, a compra de títulos no mercado secundário pelo Banco Central Europeu (BCE) foi mais um dos episódios de reação das autoridade no último minuto, permitindo assim que a crise se arraste. Para o economista, há disposição política para manter a zona do euro unida, mas mudanças estruturais necessárias, como redução da dívida em países periféricos, ocorrerão no longo prazo, 'talvez ao longo de uma década'.

Nos Estados Unidos, que até agora lidaram pior que a Europa com a crise fiscal, diz o economista, os estímulos monetários devem ajudar no curto prazo. Mas, com a necessidade de colocar as finanças públicas em ordem, o país terá que conviver com um potencial menor de crescimento, de até 2,5% ao ano.


Fonte: Valor

VENDA DE MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO SOBE 1,7% EM AGOSTO, DIZ ABRAMAT.

O resultado representou uma melhora em relação a julho, quando as vendas haviam ficado praticamente estáveis na comparação com julho de 2011.

As vendas da indústria brasileira de materiais de construção cresceram 1,7% em agosto, em relação a igual mês do ano passado, informou a Abramat, entidade que representa o setor. O resultado representou uma melhora em relação a julho, quando as vendas haviam ficado praticamente estáveis na comparação com julho de 2011. Na evolução de julho para agosto, a alta, sem ajuste sazonal, foi de 8,2%. De acordo com Walter Cover, presidente da Abramat, essa melhora é reflexo do desbloqueio do crédito para a pessoa física - o consumo das famílias responde por mais da metade do faturamento dos fabricantes de materiais. Cover apontou que a principal responsável pelo crescimento no acesso ao crédito foi a Caixa Econômica Federal, que passou a oferecer taxas mensais de 1,4% para o financiamento de materiais de construção, bem abaixo do patamar de 2,5% a 3% dos bancos comerciais. “Esse movimento de destravar o crédito começou em julho, foi bom em agosto e deve ser ainda melhor em setembro e no resto do ano”, disse. Mas as perspectivas de curto prazo não refletem um tom otimista. No início do ano, a Abramat estimava um crescimento nas vendas de 4,5% para 2012. Em maio, essa expectativa foi revisada para 3,4%. Agora, a entidade acredita que o número pode ser revisado novamente após a divulgação do resultado de setembro. No acumulado do ano até agosto, a alta das vendas foi de 2,1%, na comparação com os oito primeiros meses de 2011. Para Cover, se o índice acumulado não alcançar de 2,5% a 2,6% em setembro, o número muito provavelmente será revisado outra vez. “Eu diria que tem um viés de redução [da projeção para 2012]”, afirmou. O presidente da Abramat afirmou também que o ano, fraco até aqui, é resultado da dificuldade do acesso ao crédito por parte das famílias no primeiro semestre, além da desaceleração sofrida nos setores imobiliário e de infraestrutura. Em 2013, Cover acredita que as incorporadoras verão uma acomodação e que as obras de infraestrutura devem começar com mais força no segundo semestre. Sendo assim, a entidade estima um crescimento do PIB brasileiro da ordem de 4% no período, com vendas da indústria de materiais um pouco acima desse patamar. 

Fonte: Valor

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

NOVA SÚMULA DIZ QUE AVISO PRÉVIO PROPORCIONAL NÃO RETROAGE

Somente é assegurado nas rescisões de contrato de trabalho ocorridas a partir da publicação da Lei nº 12.506, em 13 de outubro de 2011.

 


 
 
 
 
O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho aprovou, na sua última sessão (14/9), o cancelamento da Orientação Jurisprudencial nº 84 da Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1), que tratava do aviso prévio proporcional. O texto da OJ explicitava que a concessão do aviso prévio proporcional dependia de regulamentação por meio de lei, considerando que o artigo 7º, inciso XXI, da Constituição da República não é autoaplicável.

A Lei nº 12.506/2011 garantiu ao trabalhador que o aviso prévio tratado na CLT será concedido na proporção de 30 dias aos empregados que têm até um ano de serviço na mesma empresa. Para aqueles com tempo superior, serão acrescidos três dias por ano de serviço, até o máximo de 60 dias, perfazendo um total de até 90 dias.

“Com o advento da lei, o enunciado da OJ foi superado pela ordem jurídica”, afirmou o presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen. “Assim, torna-se sem sentido a manutenção do texto.” O cancelamento da OJ 84 foi proposto pelo ministro Augusto César com apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio (CNTC).

O ministro Dalazen lembrou que, nos debates durante a 2ª Semana do TST, o Tribunal se deparou com o problema da aplicação da nova lei no tempo, e concluiu-se pela explicitação de que o direito ao aviso prévio proporcional não retroage. Os ministros decidiram, então, aprovar nova súmula, com o seguinte teor:

AVISO PRÉVIO. PROPORCIONALIDADE.

O direito ao aviso prévio proporcional ao tempo de serviço somente é assegurado nas rescisões de contrato de trabalho ocorridas a partir da publicação da Lei nº 12.506, em 13 de outubro de 2011.


Fonte: AASP