terça-feira, 25 de setembro de 2012

ECONOMIA GANHOU FORÇA EM AGOSTO E PIB DO TERCEIRO TRIMESTRE PODE FICAR PRÓXIMA A 1%

A retomada da economia, que começou lenta entre junho e julho, deve ter ganhado força em agosto.

A retomada da economia, que começou lenta entre junho e julho, deve ter ganhado força em agosto. Na avaliação de economistas ouvidos pelo Valor, indicadores como o fluxo de veículos pesados nas estradas, o aumento da expedição de papel ondulado e a elevação da confiança do empresário reforçaram a perspectiva de que a produção industrial, impulsionada por uma conjuntura mais favorável e não mais apenas pelos estímulos fiscais concedidos pelo governo, teve crescimento bem mais forte e disseminado no mês passado.
Com maior contribuição da indústria, economistas projetam que a atividade pode ter crescido 1% em agosto em relação a julho, feitos os ajustes sazonais, após alta de 0,42% na medição anterior, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br).

Essa aceleração corrobora expectativas de que o Produto Interno Bruto (PIB) - indicador para o qual o IBC-Br é considerado um termômetro - avançou a um ritmo anualizado próximo a 4% já no terceiro trimestre.

Robson Pereira, economista do Bradesco, projeta alta de 1,5% da atividade nas fábricas em agosto sobre julho, número ainda sujeito a revisões. Para ele, o avanço dessazonalizado de 1,4% do Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas (FGV), entre julho e agosto, e o aumento no nível de utilização da capacidade instalada - que no mesmo período cresceu 0,3 ponto porcentual, para 84% - são indícios de que a produção deve reagir mais do que nos meses recentes. Em julho, a expansão da indústria foi apenas 0,3% superior na comparação com junho.

Pereira cita ainda a alta do Índice de Gerentes de Compras (PMI, na sigla em inglês), do HSBC, que subiu de 48,7 pontos em julho para 49,3 pontos em agosto, e os dados do fluxo de veículos pesados nas estradas como sinais de produção maior. Segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), esse movimento aumentou 4,4% entre julho e agosto, na série com ajuste sazonal.

Eduardo Velho, economista-chefe da Planner Prosper Corretora, estima alta mais modesta da indústria no período, de 0,4%, mas avalia que esse número pode ainda surpreender, a depender de dados a serem divulgados, tais como o consumo de aço. O economista nota a expedição de papelão ondulado, que subiu 9,6% em relação a julho e 6,5% sobre agosto de 2011. 'O indicador de embalagens sinaliza uma recuperação mais generalizada, já que mostra atividade mais aquecida no setor de limpeza, alimentos e produtos de higiene', afirmou Velho.

Ele acredita que a retomada mais pronunciada, esperada para agosto, tende a se manter ao longo dos próximos meses. Por isso, projeta que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha alta de 0,9% no terceiro trimestre ante o segundo, aceleração significativa em relação ao resultado anterior, quando o avanço foi de 0,4%.

'Uma recuperação dessa magnitude nunca está atrelada somente a um setor', diz Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados, para quem a indústria deve ter crescido 0,9% em agosto sobre o mesmo mês do ano passado, após 11 quedas nesse tipo de comparação. Em termos dessazonalizados, essa variação resultaria em alta de quase 2% sobre julho.

Uma conjuntura interna 'mais tranquila', sustenta Vale, com dados melhores de renda e crédito, deve permitir reação mais espalhada da produção a partir do terceiro trimestre, embora nada muito brilhante esteja em seu radar, devido ao peso negativo que continua sendo exercido pelo cenário externo. 'O quadro internacional segue desafiador', avalia.

Um ajuste mais expressivo dos estoques também foi decisivo para que outros setores voltassem a aumentar sua produção em agosto, diz o economista-chefe da LCA, Bráulio Borges. A FGV calcula que os inventários recuaram 0,5% sobre julho. Em 31,7 pontos em junho, a diferença entre as empresas com estoques excessivos e insuficientes passou para 14,2 pontos no mês passado. 'Essa questão estava pesando muito no primeiro semestre e, uma vez ajustada, permite uma recuperação mais disseminada', explicou Borges, que prevê alta entre 1,5% e 2% para a indústria em agosto sobre julho.

O Itaú Unibanco projeta avanço de 1,5% da produção na passagem mensal, citando, além dos indicadores já mencionados, a alta do consumo de energia de 1,1% no mesmo período, variação mais forte desde fevereiro. Espera-se também, diz em nota o economista Aurélio Bicalho, que a recuperação tenha sido mais espalhada do que em meses anteriores, quando o impulso partiu do setor automotivo.

Para as vendas no varejo ampliado, que incluem veículos e material de construção, o Itaú prevê salto de 2,2% no período. Nos cálculos preliminares do PIB mensal do banco, agosto deve mostrar alta de 0,7% da atividade, sustentando estimativa de avanço de 1,2% do PIB brasileiro entre o segundo e o terceiro trimestres, com ajuste.

Para a MCM, a indústria deve ser a principal responsável pela retomada de fôlego da economia brasileira em agosto, com alta de 2% da produção física, segundo Leandro Padulla, economista da consultoria. Com aumento de produção e também de vendas, argumenta Padulla, o PIB do terceiro trimestre deve avançar 1% em relação ao segundo.

A Tendências calcula avanço de 1,6% da produção nas fábricas no período, estimativa que, segundo o economista Rafael Bacciotti, ainda pode sofrer revisão para cima. Para Bacciotti, o varejo ampliado também deve se recuperar da retração de 1,5% em julho. Por isso, diz ele, os indicadores divulgados até o momento confirmam a previsão da consultoria de crescimento de 1,1% do PIB no terceiro trimestre.


Fonte: Valor

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

INDÚSTRIA COMEMORA REDUÇÃO NAS TARIFAS QUE DIMINUI CUSTO BRASIL

As empresas que fazem uso intensivo de energia apostam na redução dos encargos sobre a conta de luz para retomar parte da competitividade perdida.

As empresas que fazem uso intensivo de energia apostam na redução dos encargos setoriais que incidem sobre a conta de luz para retomar parte da competitividade perdida no mercado interno e externo, mas afirmam que ainda será preciso calcular o real impacto da medida em sua planilha de custos. Indústrias do segmento, como a de alumínio e a siderúrgica, serão beneficiadas com percentuais de desconto nas tarifas que chegarão aos 28%, teto do anúncio feito ontem pelo Ministério das Minas e Energia (MME). A medida também poderá ser decisiva para a retormada de investimentos que ficaram parados por causa do agravamento da crise na Europa. Hoje, a participação da energia elétrica no custo da tonelada do aço chega a 10% nas usinas semi-integradas, que não contam com a vantagem de dominarem o ciclo completo da produção.
 

'Essa medida aumenta a competitividade da indústria e estimula o investimento porque reduz preços e faz com que o empresário tenha mais confiança em produzir e gerar emprego no Brasil. Teremos um produto mais competitivo no mercado nacional e internacional', afirmou o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, em nota. Para o Instituto Aço Brasil (IABr), um dos grandes problemas da indústria nacional hoje é a perda de competividade. 'A desoneração da energia elétrica vai na direção de recuperar parte dessa competitividade num cenário internacional de competição acirrada e muitas vezes desleal', afirmou a entidade em nota. Para a instituição, a medida é tão bem-vinda quanto o recente aumento das tarifas de importação e o fim da guerra fiscal nos portos.'São medidas que, em seu conjunto, fazem com que a indústria brasileira do aço tenha melhoria na sua competividade, considerando que o Brasil tem o terceiro maior custo de energia elétrica entre 27 países, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)'.


Retomada

De acodo com o presidente da ArcelorMittal Aços Longos para a América do Sul, Augusto Espeschit de Almeida, a medida favorece a decisão de retomar o projeto de duplicação da usina de João Monlevade, na Região Central de Minas Gerais, orçado em US$ 1,2 bilhão. 'Com certeza, facilita e muito a retomada de investimentos. O custo menor com os insumos melhora não só o retorno do projeto como também o valor presente do empreendimento', disse o executivo. A ArcelorMittal anunciou a paralisação das obras em novembro do ano passado, diante do agravamento da crise na Europa. 'Foi uma decisão histórica e corajosa, um passo acertado de que a economia precisava como parte de um processo de fortalecimento da indústria', disse.

Outros segmentos eletrointensivos, como a produção de papel e celulose e de ferro-gusa, também comemoraram a decisão. Mas ainda vai levar um tempo para que as empresas façam as contas do impacto da medida na redução de custos. Para a Alcoa, a quantificação dos efeitos da medida em suas atividades no Brasil necessita de uma análise mais aprofundada das medidas anunciadas e dependerá, entre outros fatores, da negociação do contrato já vigente com a Eletronorte, empresa que fornece energia elétrica à companhia em sua operação em São Luís (MA). A Gerdau também avaliou como positiva a iniciativa, mas diz que vai analisá-la para mensurar os reflexos em suas operações.


Fonte: Estado de Minas

ESTÁ CHEGANDO A NOVA EDIÇÃO DO CURSO VENDAS DE ALTA PERFORMANCE

Multiplique suas vendas próxima edição 27 de setembro















Invista na sua equipe e multiplique suas vendas.
O curso é composto por 3 módulos:
Vendas
Objetivo: Fornecer técnicas  de vendas para as equipes comerciais.
 Tópicos:
 *Importância de perguntas.
 *Identificação de necessidades.
 *Metodologia SPIN para vendas.
 Negociação
Objetivo: Desenvolver padrões para uma negociação efetiva.
 Tópicos:
 *Características, vantagens e benefícios.
 *Fazendo oferta de forma adequada.
 *Gerenciando objetivos.
 *Fechamento
 Simulação de vendas
Objetivo: Praticar o aprendizado através de scripts com simulações de vendas com base  na realidade dos participantes.
 Tópicos:
 *Simulações de Vendas.
 *Discussão sobre pontos fortes e oportunidades  de melhoria.
Empresas associadas - R$150,00 por pessoa.
Empresas não associada - R$300,00 por pessoa.
Para mais informações  ligue para (11)3965-9819 ou envie um e-mail para mkt@alec.org.br

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

APROVAÇÃO DE OBRAS SERÁ PELA INTERNET

As idas e vindas a repartições públicas, com a pastas de documentos debaixo do braço, para aprovar qualquer obra ou reforma estão com os dias contados

As idas e vindas a repartições públicas, com a pastinha cheia de documentos debaixo do braço, para aprovar qualquer obra ou reforma estão com os dias contados. Até o fim desta semana, os novos pedidos de autorização à Prefeitura para construções deverão passar a ser feitos somente pela internet. Com isso, a administração municipal pretende dar agilidade ao processo e diminuir riscos de irregularidades.

Plantas e gráficos agora seguirão no processo, da mesma forma como se anexa uma imagem a um e-mail. Todas as etapas do processo poderão ter acompanhamento online. “A gente vem implementando serviços pontuais pela internet e a aprovação eletrônica é o passo final para a informatização das aprovações da Prefeitura”, afirmou Alfonso Orlandi Neto, diretor do Departamento de Aprovações de Edificações (Aprov), que desenvolveu o projeto nos últimos três anos. Ele substituiu Hussain Aref Saab, que se afastou do cargo após deflagração de investigação sobre como adquiriu mais de cem imóveis entre 2005 e 2012.

A transparência é uma aposta para evitar casos de corrupção. O processo vale para aprovação de edificação nova ou reforma, licença para residências unifamiliares, alvará de remembramento e desdobro de lote.

A diminuição no tempo de trâmite deve acontecer, espera a Prefeitura, porque o processo poderá ser analisado por mais de um setor ou secretaria, sem necessidade de que a papelada seja levada de um lado para outro.

Atualmente, há integração das Secretarias de Habitação e Subprefeituras. Até o fim do ano, outras pastas estarão ligadas. Assim, técnicos do Verde poderão definir compensação ambiental e os de Transportes estudarão projetos da Lei de Polos Geradores de Tráfego em um mesmo processo.

O trabalho envolve treinamento de funcionários. “Estamos trocando equipamentos. Cada técnico vai receber uma estação de trabalho composta por um computador de alta performance, um monitor grande para ver o desenho, enfim, é um trabalho de modernização radical”, diz Orlandi Neto.

Um site semelhante ao De Olho na Obra, que torna públicas informações sobre reformas e outros procedimentos em imóveis, está sendo elaborado. Enquanto isso, haverá um terminal em que a população poderá consultar as informações dos processos digitais que estão em andamento. 

Fonte: Jornal da Tarde

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

SISLOC SOFTWARES LANÇA SISTEMA MOBILE PARA LOCADORAS DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

A novidade beneficia diretamente as empresas locadoras, uma vez que agiliza e qualifica o atendimento de forma customizada e instantânea.

A SISLOC Softwares, empresa especializada no desenvolvimento de um sistema de gerenciamento para locadoras de máquinas e equipamentos, acaba de lançar a mais nova versão interativa de seu produto: o Sisloc Mobile. A novidade beneficia diretamente as empresas locadoras de equipamentos para construção civil e indústria, uma vez que agiliza e qualifica o atendimento de forma customizada e instantânea.
“Nossa intenção, ao criarmos o sistema mobile, é facilitar o trabalho das locadoras. Com a versão 12.3, que acabamos de lançar, a empresa conta com o módulo de cenário de indicadores, onde os gestores podem visualizar gráficos gerenciais de dados – como faturamento por grupo de equipamentos, por vendedor, por cliente –, contas a receber, contas a pagar e ordem de manutenção. O procedimento pode ser feito via celular ou tablet, diretamente no sistema”, detalha o diretor de desenvolvimento da SISLOC Softwares, Roberto Cota.  Ele adianta ainda que novos recursos serão disponibilizados já no próximo semestre. “Estamos trabalhando em um recurso para controle de inspeção onde, a partir de um aparelho celular, será possível registrar a verificação e obter fotos das máquinas”, completa.

O aplicativo atende a demandas de médias e grandes empresas e é disponibilizado em aparelhos com sistema operacional Android (a partir da versão 2.1). 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A SEGURANÇA EM PLATAFORMAS AÉREAS ESTÁ PRESENTE NA FEIRA FISP EM SÃO PAULO

A Feira acontecerá de 3 a 5 de Outubro de 2012, no Pavilhão de Exposições Imigrantes.

A Federação Internacional de Acesso Aéreo – IPAF, órgão internacional de suporte ao segmento de plataformas aéreas, estará presente na Feira FISP (www.fispvirtual.com.br), o mais importante evento de segurança industrial do Brasil. Graças ao apoio dos organizadores da Feira, o Grupo CIPA, a IPAF contará com uma área de demonstrações de segurança de mais de 800 metros quadrados. A Feira acontecerá de 3 a 5 de Outubro de 2012, no Pavilhão de Exposições Imigrantes. 
Vários são os objetivos da participação da IPAF neste evento. Promover o uso adequado das plataformas de trabalho aéreo (PTA) ao público proveniente de vários setores industriais, divulgar as campanhas de segurança e principalmente promover a formação e treinamento de operadores de plataformas. 

A área de demonstração da IPAF contará com uma exposição de plataformas de vários fabricantes e empresas locadoras afiliadas à IPAF Brasil. Serão feitas demonstrações sobre o uso correto e seguro das mesmas. E com a colaboração dos Centros de Treinamento homologados no Brasil, a IPAF promoverá um circuito de provas de PTA’s, quando os visitantes terão a oportunidade de operar as máquinas com a supervisão de instrutores. Ao final do teste, serão entregues cupons de descontos que poderão ser utilizados nos centros de treinamento homologados pela IPAF para futuros cursos de formação. 

As campanhas de segurança da IPAF serão o tema central das demonstrações. Como exemplo, serão abordados itens como o uso correto do cinto de segurança tipo paraquedista (arnês), assim como o uso correto das placas de apoio em máquinas equipadas com estabilizadores. 

“A IPAF Brasil conta com 12 Centros de Treinamento homologados e existem muitas outras atividades em curso para seguir promovendo o uso adequado e seguro das plataformas de trabalho aéreo. Nosso programa de treinamento para operadores de plataformas está em conformidades com os padrões internacionais, para que o trabalho seja mais produtivo e seguro”, conforme explica Antonio Barbosa, Diretor da IPAF Brasil. 

Mais de 100.000 certificados PAL (Powered Access License) são emitidos por ano em todo o mundo, uma demonstração inequívoca da alta qualidade de nossa formação. Convidamos os visitantes a visitar nossa área de demonstração e saber um pouco mais como está estruturado o programa de Treinamento IPAF e todas as atividades de nossa Federação.



IPAF -  www.ipaf.org/pt

JUROS PARA AQUISIÇÃO DE MÁQUINAS E CAMINHÕES SÃO REDUZIDOS

Taxas de máquinas e equipamentos caíram para 7,3%

As linhas de crédito do Finame, dentro do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), para aquisição de máquinas, equipamentos e caminhões, serão as primeiras com juros abaixo da inflação medida e da projetada para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 12 meses, fixado em 2,5%.

Os juros para aquisição de máquinas e equipamentos caíram de 8,7% para 7,3%, e para as micro, pequenas e médias empresas tiveram redução para 5,5%. Já para ônibus e caminhões, a redução foi de 10% para 7,7%, e também foi ampliado o prazo de amortização para 120 meses.

Nos caminhões, a taxa do BNDES Procaminhoneiro, que financia a compra para autônomos, permaneceu no mesmo patamar, 5,5%. Foi criada também, especificamente para projetos que visem a desenvolver capacidade tecnológica em setores da engenharia, uma taxa de 5%.

O programa, desenvolvido em 2009 com o objetivo de impedir a redução nos investimentos em função da crise econômica norte-americana de 2008, já aprovou R$ 149 bilhões em financiamentos e prevê limite de R$ 227 bilhões até dezembro de 2013. O Tesouro Nacional arca com a remuneração mínima do BNDES e também com a diferença entre os juros subsidiados e a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), além dos demais custos adicionais da operação.


Fonte: Valor Econômico